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Quem investe na Bolsa precisa declarar no IRPF; Veja o passo a passo

Investimentos precisam estar detalhados em valores, inclusive nas corretoras que ocorreram

Os contribuintes que investem na Bolsa, precisam declarar anualmente todos os investimentos na Declaração de Imposto de Renda. As operações entram na soma de rendas tributáveis acima de R$ 28.559,70, bem como em rendimentos isentos na fonte acima de R$ 40.000,00.

Os contribuintes que tivera lucros com ações em 2019, nas operações acima de R$ 20 mil dentro do mês, deverá recolher imposto sobre o lucro obtido. Abaixo desse valor, o imposto é isento, porem deve ser declarado. Dividendos, JCP também estão inclusos.

Todos os impostos devem ser pagos, mensalmente através de DARF, com alíquota de 15% para operações comuns (SwingTrade / Position) ou 20% para operações feitas no mesmo dia (Daytrade).

É possível compensar os prejuízos dos anos anteriores (até 5 anos) com os ganhos líquidos atuais. As compensações podem ser feita apenas entre os tipo: Daytrade X Daytrade e Comuns X Comuns.

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Os impostos já retidos na fonte (corretora) também precisam de atenção. Ele é o “dedo-duro” para Receita Federal. Caberá a corretora informar à Receita Federal, através das Notas de Corretagem, o valor do imposto retido na fonte, informando que houve operações através do CPF. A corretora recolhe apenas uma parte do IRRF, cabendo o investidor apurar no mês, as operações efetuadas. Ordem dos abatimentos: Os prejuízos devem ser usados para abater lucros ocorridos no mesmo mês de apuração ou em operações de meses subsequentes do mesmo tipo de operação (normal ou daytrade). Caso tenha imposto a pagar pendente de algum mês, não poderá usar um prejuízo futuro para compensá-lo.

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